S. João de la Lande, mártir

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Mártir no Canadá.

Nascimento

Em Dieppe, Seine-Maritime, França

Morte

19/10/1646, em Ossernenon, Canadá, Nova França (Canadá)

Beatificação

21/06/1925, em Roma, pelo Papa Pio XI

Canonização

29/06/1930, em Roma, pelo Papa Pio XI

Festa Litúrgica

19 de Outubro

Onde Foi Congregado

Na França

São João de la Lande era um donné (irmão leigo), ou seja, não estava vinculado à Companhia de Jesus por votos religiosos, mas sim por um contrato no qual ele se doava completamente e estava à disposição dos missionários que contribuíam com alojamento, alimentação e cuidados nos casos de doença.

Chegou à Nova França com 19 anos e, no final de setembro de 1646 já era membro de uma expedição liderada por São Isaac Jogues, sendo enviado para as terras Mohawk, em uma tentativa para manter a paz que estava com a grande possibilidade de ser perdida por causa das atitudes da tribo Mohawk, o que causou o enfraquecimento dessa relação atacando outros missionários que já haviam sido enviados anteriormente.

O seu senso de dever prevaleceu acima de tudo, prometendo seguir o Pe. Jogues mesmo após um ataque que sofreram. Quando chegaram em seu destino final, foram tratados como inimigos. Apesar de tudo, os clãs Turtle e Wolf decidiram libertar tanto João quanto o Pe. Isaac, mas o clã Bear, irritado com a decisão tomada, acabou por matar o Pe. Isaac no dia 18/10 e João de la Lande no dia seguinte.

A notícia sobre o martírio só chegou em Quebec em Junho de 1647, e os dizeres sobre o santo são os seguintes:

Não se deve esquecer os jovens franceses que foram mortos com o pai. Aquele jovem bom, chamado Jean de la Lande, um nativo da cidade de Dieppe, como já foi dito, vendo os perigos em que ele estava se envolvendo em uma jornada tão perigosa, protestou em sua partida que o desejo de servir a Deus. Estava levando-o para um país onde ele certamente esperava encontrar a morte. Esse estado de espírito permitiu que ele passasse para uma vida que não mais teme a ira desses bárbaros, nem a fúria dos demônios, nem as dores da morte”.

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