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Sacrifício da Justiça – Ensinamentos de S. Afonso sobre a Santa Missa (02/08/20)

A oração mental é prática da vida interior mais importante àqueles que, ainda travando o combate contra o pecado e contra si mesmos, tomam a resolução de aprofundar-se no amor a Cristo e em sua imitação. Nos Exercícios Espirituais, Santo Inácio não somente nos conduz à Oração Mental, mas nos propõe um método para sua prática, sugerindo e esquematizando os preâmbulos, as considerações e dando conselhos e orientações muito úteis para a prática da meditação e da contemplação.

Oração Mental – Meditação e Contemplação no método de S. Inácio (26/07/20)

A oração mental é prática da vida interior mais importante àqueles que, ainda travando o combate contra o pecado e contra si mesmos, tomam a resolução de aprofundar-se no amor a Cristo e em sua imitação. Nos Exercícios Espirituais, Santo Inácio não somente nos conduz à Oração Mental, mas nos propõe um método para sua prática, sugerindo e esquematizando os preâmbulos, as considerações e dando conselhos e orientações muito úteis para a prática da meditação e da contemplação.

Amar e Servir — Exames e Penitência nos Exercícios Espirituais (19/07/20)

Tendo estudado na semana anterior a essência dos Exercícios Espirituais, descritos especialmente em suas anotações e Fundamento, nesse Domingo continuaremos a nos aprofundar na espiritualidade de Santo Inácio detendo-nos sobre três dos seus principais elementos práticos: Os exames (particular e geral), a penitência e, em particular, a oração mental, ou meditação

Não a paz, mas a espada — Introdução aos Exercícios Espirituais (12/07/20)

Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio, longe de serem apenas um guia para a prática do retiro, formam, na verdade um manual completo sobre a vida espiritual, versando sobre os elementos mais necessários da vida ascética e do crescimento no amor e na união com Deus para todos os fiéis, em especial para nós, herdeiros da espiritualidade do santo soldado de Azpeitia

A prática da oração – Considerações sobre a devoção (05/07/20)

A verdadeira devoção, segundo São Francisco de Sales, é o mais perfeito amor a Deus e torna a alma mais bela aos Seus olhos, aperfeiçoando os mais singelos atos de quem a cultiva.
De uma vida cada vez mais devota nascem atos sempre mais agradáveis a Deus, dentre os quais está, por excelência, a Oração, dita pelo mesmo santo como o meio pelo qual nós vamos até Deus, como uma forma de complementação aos sacramentos, pelos quais Deus vem até nós.
Tão importante é a Oração que Santo Afonso de Ligório é muito claro em dizer que “quem reza certamente se salva, quem não reza se condena”. Com ainda mais peso, diz Nosso Senhor Jesus Cristo que “é preciso rezar sempre e nunca descuidar” (Lc 18, 1), tamanha é a possibilidade de cairmos em tentação (Mt 25, 41).
Necessária é, portanto, a oração para a vida da alma, não só porque Deus deseja que o procuremos, mas porque Ele deseja também nos dar aquilo que precisamos e desejamos, conforme Sua Vontade.

Homo Missus a Deo – Vida de S. João Batista (28/06/20)

“Aqueles que esperam em Deus renovam suas forças. O mundo os ignora, desprezando reconhecer suas lágrimas e labutas, mas eles se recusam a diminuir seus esforços e sacrifícios em nome do Senhor. Eles compensam sua negligência por esforços mais assíduos, sua ingratidão por sacrifícios mais exaustivos” (Pe. Meyer). São João Batista, herdeiro do espírito de Elias, de profecia e ascética, apresenta-se como grande modelo de piedade que, segundo S. Francisco de Sales é a devoção, o amor de Deus bastante forte para nos determinar a agir cuidadosa, frequente e prontamente. Com efeito, esta verdadeira devoção o levou a uma grande perfeição, a ponto de imolar sua vida para dar testemunho da Luz, da Verdade: Nosso Senhor Jesus Cristo. Cheio do Espírito Santo desde o ventre materno, é um dos raros santos cujo nascimento é honrado na Liturgia da Igreja.

Sanguis et Aqua – Lições do Sagrado Coração e considerações sobre a Divina Misericórdia (21/06/20)

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus, apesar de ter ganhado maior popularidade após o século XVII, encontra em todos os séculos eco da reverência e veneração da Igreja ao Coração de Nosso Senhor, símbolo de seu amor pelos homens e de sua misericórdia na obra da Redenção: “Um dos soldados traspassou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água” (Jo 19, 34). Neste Domingo, iremos estudar sete lições que nos ensina e a que nos exorta o Sagrado Coração de Jesus para nossa vida interior e o crescimento de nosso amor a Deus, úteis em particular para o tempo em que vivemos. Faremos, também, algumas considerações para distinguir entre uma verdadeira e uma falsa devoção à Misericórdia Divina tomando por guia a devoção tradicional da Igreja a esse atributo de Deus.

Verbum Dei – Introdução ao estudo tradicional das Sagradas Escrituras (14/06/20)

Mais encontrada no coração da Igreja que em livros escritos, nas palavras de S. Hilário, as Sagradas Escrituras ocupam um lugar preeminente na vida da Igreja e de cada cristão. Neste Domingo, daremos início a uma série de aulas sobre as Sagradas Escrituras em que nos devotaremos ao estudo das páginas sagradas, sua inspiração divina, sua autoridade, a formação de seu Canon, seus textos originais e traduções, sua correta hermenêutica e a perspectiva tradicional do católico face aos livros sagrados contra os erros do protestantismo e do modernismo.

Sedes Sapientiae – A realeza de Nossa Senhora e a realeza de Cristo (31/05/20)

Sede ou trono representam a estabilidade da realeza, que põe em movimento seus súditos por meio de seus atos de governo. Não por acaso, a cerimônia de inauguração do reinado chama-se entronização: a partir do trono, o rei promulga seus decretos, emana seus ensinamentos e pronuncia sentenças, resolvendo contendas. É, portanto, a partir da sede que o rei manifesta mais perfeitamente sua majestade. Neste dia 31, Domingo de Pentecostes, teremos uma aula sobre a realeza de Nossa Senhora e a realeza de Cristo, intimamente vinculadas. Veremos como a Igreja, desde muitíssimo cedo, sintetizou esta doutrina no título de Sedes Sapientiae, que compõe a Ladainha Lauretana, de Nossa Senhora.

Jihad (parte II) – Expansão do Islã no século VII e VIII (10/05/20)

Ainda sob as invasões bárbaras, no início do século VII a Igreja se vê diante de mais uma tempestade iniciada por um novo inimigo, o Islã. Difundido pela espada, em 150 anos a nova religião de Maomé domina toda a região do norte da África, do Oriente Médio e da Espanha, antes locais em que o Cristianismo florescia. A Europa, por sua vez, acuada e sem acesso ao Mediterrâneo, entra em profunda decadência: O início sensível da Idade Média, a destruição quase completa da cultura clássica e a maior crise enfrentada pela igreja até então e que perdura, com altas e baixas, até nossos dias.

Jihad (parte I) – O Surgimento do Islã (26/04/20)

Ainda sob as invasões bárbaras, no início do século VII a Igreja se vê diante de mais uma tempestade iniciada por um novo inimigo, o Islã. Difundido pela espada, em 150 anos a nova religião de Maomé domina toda a região do norte da África, do Oriente Médio e da Espanha, antes locais em que o Cristianismo florescia. A Europa, por sua vez, acuada e sem acesso ao Mediterrâneo, entra em profunda decadência: O início sensível da Idade Média, a destruição quase completa da cultura clássica e a maior crise enfrentada pela igreja até então e que perdura, com altas e baixas, até nossos dias.

Sagrada Tradição – Natureza, características e imutabilidade (19/04/20)

A Tradição Católica é o conjunto de verdades sobrenaturais ensinadas por Nosso Senhor sobre a Religião e a Moral passadas aos apóstolos e por meio deles e seus legítimos sucessores, a toda a Igreja. É o Depósito da Fé, que junto às Sagradas Escrituras constitui o pilar da Igreja e da Verdade e deve ser objeto de reverência, obediência, estudo e amor de todos os cristãos.

Via Crucis Domini — A Paixão de Nosso Senhor nas estações do Evangelho de S. João (05/04/20)

Particularmente recomendada pelos santos como meio eficiente de alcançar verdadeira contrição, a meditação da Paixão do Senhor, considerando Sua Via Sacra, carregando a pesada cruz por nossos pecados rumo ao Calvário, é também grande fonte de reverência à Majestade Divina, que por inefável Caridade abaixou-se para redimir o último pecador.